Individual
Tia Geisa
Dados Pessoais
E-mail Público: barbosageisa824@gmail.com
Telefone Público: (88) 99949-9902
Endereço: Luis Gomes Coutinho 10, Maravilha, Quixeramobim, CE, BR
Estado: CE
Município:
CEP: 63800-000
Logradouro: Luis Gomes Coutinho
Número: 10
Complemento: casa
Bairro: Maravilha
Descrição
Geisa, amplamente conhecida como Tia Geisa do Pratinho, é uma reconhecida militante cultural do município de Quixeramobim – CE, com atuação consolidada no campo da cultura alimentar e na valorização das tradições populares. Sua trajetória é marcada pelo compromisso contínuo com o fortalecimento da identidade cultural local, especialmente por meio da culinária típica, entendida como expressão viva de memória, afeto e pertencimento.Desde 2014, desenvolve atividades em feiras, festivais, eventos culturais e ações comunitárias, levando à população sabores tradicionais que carregam histórias e saberes transmitidos entre gerações. Sua atuação vai além da produção alimentar, sendo também um instrumento de mobilização social, integração comunitária e incentivo à economia criativa no território.
Mãe de mobilizadores culturais, Geisa construiu uma caminhada profundamente conectada com a dinâmica cultural do município, contribuindo diretamente para o fortalecimento de iniciativas coletivas e projetos culturais relevantes, especialmente no âmbito da Associação Comunitária de Juventude Arte e Cultura Chapéu de Palha (ACJACCP), da qual é integrante ativa.
Como reconhecimento de sua atuação e relevância cultural, foi aprovada na Edição 01 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) em Quixeramobim, com o projeto “Festival do Pratinho – Um Encontro de Tradição e Sabores”, iniciativa que reafirma seu protagonismo na valorização da cultura alimentar e na promoção de experiências que unem gastronomia, tradição e comunidade.
Reconhecida pela comunidade e por agentes culturais, sua presença em eventos se tornou símbolo de acolhimento, tradição e resistência cultural, sendo referência no município de Quixeramobim e em toda a região do Sertão Central. Sua atuação reafirma a importância da cultura alimentar como patrimônio imaterial e como ferramenta de transformação social.
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